Vozes ecoam de mulheres negras que pautam o futuro.
Esse podcast reúne potência, força, movimento e ancestralidade.
Um conteúdo exclusivo #PretaLab.

Disponível nas plataformas

Primeira Temporada

Minas Pretas é a série que inaugura o PretaPod(e), podcast da PretaLab. Nesta série especial, batemos um papo com as principais vozes do slam do Brasil, durante o Rio Poetry Slam, organizado pela Flup 2019.

A primeira temporada do PretaPod(e), o Minas Pretas, é uma realização Olabi, FLUP, Redemunho e O Instituto, em parceria com o SESC e apoio da Ford Foundation e do Instituto Ibirapitanga. A produção técnica é da Rádio Escada.

#1
Minas Pretas: Roberta Estrela D'Alva

O primeiro episódio dessa temporada não poderia ser com ninguém além de Roberta Estrela D’Alva, curadora que reuniu as 16 maravilhosas mulheres que dão voz a essa série de podcasts.

Roberta Estrela D’Alva é atriz-MC, diretora, pesquisadora, produtora cultural e poeta. Tornou-se sinônimo de poetry slam desde que descobriu essa plataforma de spoken word, e lá se vão 12 anos. Criou, desde então, o ZAP! Slam, o SLAM BR e o Rio Poetry Slam, esse último em parceria com a Flup. Também vieram da sua cabeça empoderada o filme “Voz de Levante”, uma radiografia mundial de poetry slam, e, agora, a sua tese de doutorado, que tem o título de “Vocigrafias”. Idealizadora das maiores e mais instigantes batalhas poéticas do país, ela é a a curadora do Rio Poetry Slam desde a primeira edição.

#2
Minas Pretas: Kimani e Mídria

A Kimani é poeta, compositora, cantora e preta paulistana. Em 2017 venceu o Slam SP, foi vice do Slam BR e esteve no FLUP Slam Nacional, no Vidigal. Já dividiu palco com MV Bill, abriu shows do Rincon Sapiência, Chico César, Baco Exu do Blues e Bixiga70. Em 2019 viralizou com o vídeo-manifesto "Mostra pra eles, mulher”, divulgação da série “The Handmaid's Tale” (“O Conto da Aia”). É formada no Senac em gestão de RH e técnica educacional especializada em educação social de meninos do centro da juventude de Vargem Grande. Mora no Grajaú, Zona Leste de SP e hoje é gerente de projetos na produtora Mandril Áudio.

E a Mídria é estudante de Ciências Sociais, poeta, slammer, slammaster do Slam USPerifa e membra do coletivo Sarau do Vale. Em 2018 venceu o ZAP! Slam e viralizou com a poesia “A menina que nasceu sem cor”. Tem duas fanzines publicadas e vem do extremo leste de São Paulo, do bairro Recanto Verde Sol. Em 2019, ela foi pro SLAM SP representando o Slam das Minas. Já se apresentou na Pinacoteca de São Paulo, no Itaú Cultural, no Instituto Tomie Ohtake, na Bienal de SP e também ministra oficinas em escolas paulistas.

As duas escreveram para o livro “Empoderamento feminino”, uma coletânea de slammers de todo o Brasil.

#3
Minas Pretas: Maria Duda e a Luna Vitrolira

A Maria Duda é carioca, escritora, poeta e estudante de Relações Internacionais na UFRJ. Ela participou do ciclo de formação Poesia Preta e foi a campeã do Slam Pequena África, ambos realizados pela Flup, em 2018. Em 2019, a Flup e a Editora Malê publicaram o seu livro, Navio Negreiro.

A Luna Vitrolira é pernambucana, escritora, compositora, atriz, performer, professora de literatura brasileira e pesquisadora da literatura oral. Ela também é produtora e idealizadora dos projetos de circulação nacional: "De Repente uma Glosa", "Estados em Poesia" e "Mulheres de Repente" e publicou, em 2018, o seu livro de estreia, "Aquenda: o amor também é isso."

#4
Minas Pretas: Rafa Rasta e Negabi

leia o episódio transcrito

A Rafa Rasta - nome artístico de Rafaella Felix - é slammer e diz sempre ter sentido a necessidade de falar sobre o sofrimento do povo pobre e preto, sobre o descaso e abandono. E foi no rap e na poesia que encontrou força para protestar e caminhos para se expressar.

A Gabriela Silva – a Negabi - é poeta, atriz, ativista feminista e surda, recita suas poesias em Libras em performances emocionantes. Competiu no SLAM BR 2018 e é a representante do Paraná no FLUP Slam Nacional.

#5
Minas Pretas: Jazz e Kika

A Jazz é mineira, moradora dos Morro das Pedras, poeta marginal e compositora. Ela tem 23 anos e já representou Minas Gerais no SLAM BR em 2017. Em 2018, ela ficou em quarto lugar na Flup Slam Nacional.

A Kika Sena é arte-educadora, atriz, escritora, poeta e performer. É alagoana, radicada no Distrito Federal, onde faz mestrado em Artes Cênicas, na UnB. Lançou em 2017 o seu segundo livro, “Periférica”, pela Padê Editorial, antecedido por “Marítima”.

#6
Minas Pretas: Agnes e Valentine

A Valentine é mulher trans, negra e brasileira, de Duque de Caxias, município da baixada fluminense. Ela chegou há pouco tempo na cena carioca, é a única mulher trans slammer do Rio de Janeiro, mas já venceu a primeira edição do Slam Maré Cheia, a edição de 2 anos do Slam Laje e a edição de 2 anos do Slam das Minas RJ, se tornando uma das maiores revelações da cena dos Slams cariocas em 2019. Só em 2019, ela já venceu 10 edições de slams. Ela também ficou em segundo lugar na FLUP Slam Nacional de 2019, participou do Rock in Rio e faz parte do coletivo Poetas Vivos.

A Agnes Cardoso é escritora, poeta, produtora e slammer, é também a primeira campeã nacional de Slam em dupla, junto com Felipe Deds, e foi vice-campeã da Flup Slam Nacional 2018. Acadêmica de Letras, ela atua como orientadora social e professora de inclusão de educação infantil. É idealizadora do coletivo Poetas Vivos, autora do zine independente “Nega Diaba na cidade de Deus” e representou o Rio Grande do Sul na Flup Slam Nacional 2019.

#7
Minas Pretas: Tawane e Briela

A Tawane Theodoro é poeta marginal e slammer, cria do Capão Redondo, foi campeã do SLAM SP 2018, do Slam das Minas SP no mesmo ano e participou do SLAM BR 2018. É uma das organizadoras do Sarau do Capão e do Slam do Bronks.

A Gabriela Oliveira (Briela G) é rapper, poeta, militante negra, produtora e universitária. Recifense, cresceu na Favela do Curado e começou na poesia marginal aos 15, em batalhas de MCs. Hoje mora na Bahia, mas já produziu o Slam das Minas PB e o Baile Black, festa inspirada nas africanidades.

#8
Minas Pretas: Gênesis e Meimei

A Genesis é escritora, griottes, poeta, slammer e uma das organizadoras do Slam das Minas RJ. Ela já publicou seu primeiro livro infantil "Cadê Martin?" pela Chiado Editora, seu livro de poesia "Delírios de (R)existência" pela Padê Editoral e participou em coletâneas e zines, com poesias inspiradas na resistência e protagonismo do corpo da mulher negra. Esse ano, ela participou do Rock in Rio, no palco Favela, junto com outros slammers.

A Meimei Bastos é do Distrito Federal, poeta, escritora, formada em Artes Cênicas na UnB, produtora cultural, arte-educadora e coordenadora do Slam Q'BRADA. Em 2015, ela venceu o primeiro Slam das Minas DF, e publicou seu primeiro livro, “Um verso e mei”, pela Editora Malê. Mãe e moradora de Samambaia, a autora organiza ainda uma série de encontros para promover a poesia falada em diferentes regiões administrativas da cidade.

#9
Minas Pretas: Rool e Nati de Poesia

A Rool tem 21 anos, é mulher preta sapatão, de Cajazeiras, periferia de Salvador. Ela estuda artes na UFBA, é atriz, artista de rua, produtora cultural e integra os movimentos "Coletivo Zeferinas'" e "Poetas Vivos". Foi campeã baiana de slam em 2017 e representa o Slam das Minas BA aqui na FLUP Slam Nacional.

Já a Natielly Castro, a Nati de Poesia, é acadêmica de Filosofia na Federal do Acre, onde pesquisa o impacto da arte nas periferias e encarceramento em massa. Feminista negra, neta de quilombola, militante do movimento de mulheres e combate ao racismo. Ela também é palhaça e idealizadora do Slam das Minas/AC e integrante do coletivo "Poetas Vivos" e do "NEGA".

Quem Fez o Minas Pretas

 

EP02 Em Breve

 

EP03 Em Breve

 

EP04 Em Breve

 

EP05 Em Breve

 

EP06 Em Breve

 

EP07 Em Breve

 

EP08 Em Breve

 

EP09 Em Breve

Concepção e direção Minas Pretas: Silvana Bahia e Julio Ludemir
Apresentação: Silvana Bahia e Larissa Bispo

Olabi
Direção: Gabriela Agustini e Silvana Bahia
Gestão financeira: Davi Arloy
Gestão de projetos: Roberta Helcias e Rodrigo Flores Shmidt
Comunicação: Larissa Bispo
Copeira: Maria Elisabete Fernandes da Cruz

FLUP
Produção executiva: Juliana Stuart
Artístico: Chico Ludermir e Naïma Zefifene
Gestão financeira: Renata Leite
Assistente de produção executiva: Patrícia Hanna
Assistente Financeiro: Patrícia Basílio
Produção de base: Paulo Gomes (Flup), Gabriel Moreno e Izabela Pucu (MAR)

Produção técnica: Rádio Escada
Captação de som: Lucas Carvalho, Jéssica Senra, Daniel Santos e Eddu Ferreira
Edição: Jéssica Senra e Daniel Santos
Vinhetas: Lucas Carvalho e Daniel Santos
Mixagem: Frado Direção Criativa: Daniel Santos